Billy

Péssimo atirador.

Description:

Um juninho ainda.

Bio:

Bill teve uma infância difícil. Sua mãe faleceu no instante de seu nascimento. Seu pai, um beberrão violento, era um primoroso pistoleiro quando estava sóbrio, e ensinou ao filho a atirar desde pequeno.
Eles viviam numa pequena fazenda no interior do contado/estado/provincia/reino. Era uma terra pobre e pouco produtiva, que sem a dedicação e mão de obra adequada, garantia que pai e filho passassem fome. Um fatídico dia, enquanto Hailon Campani, pai de Bill, costumeiramente se embebedava na taverna, a arma disparou ferindo-lhe mortalmente na perna.
Ao receber a notícia da morte de seu pai, Bill, com apenas 9 anos, partiu para (maior cidade da região), para vender seu serviço de pistoleiro. Descobriria, porém, que ninguém quereria um guarda costas em tão tenra idade. Ele se viu forçado a vender o revolver, e quando o dinheiro acabou, a viver de esmolas.
Viveu nessas deploráveis condições até que foi adotado pela viúva Patrícia (sobrenome do meu pj), um ano depois. Ela era uma rica e influente moradora de (nome da tal cidade lá).
Até os 14 anos viveu no conforto e foi educado nas maneiras dos homens civilizados. Mas pouco após o dia de seu nome, a velha matriarca veio a falecer. O primo de Bill, Larrot Seingrat, tomou providências para que a adoção fosse anulada e o colocou na rua.
Bill estava desolado, não pretendia voltar a vida de pedinte, e estava disposto a não entrar no mundo do crime. Ao entrar sem esperanças na taverna, viu um grupo de 4 anões, debatendo sobre uma expedição. Sem devanear ou se dar tempo para desenhar uma estratégia, Bill sentou a mesa e ofereceu seus serviços.
Os anões debocharam do pobre rapaz que não possuía nenhuma habilidade marcante. Mas por fim, concordaram em contratá-lo como carregador por uma peça de cobre ao dia.
Bill estava estava satisfeito, era melhor do que mendigar e pelo menos tinha algo com que ocupar a mente. Se aventuraram pelas minas perdidas de Loot para recuperar um valioso artefato, e terminaram por voltar bem sucedidos.
Após esse evento, Bill passou a acompanhar os anões como ajudante geral, e começou a ganhar boas recompensas. Os anões o treinavam na arte do combate de das armas. Ele juntou dinheiro e comprou um revolver, única arma que o deixava realmente confortável.
Foi quando invadiram a Fortaleza de Maybin, o necromante. Não foi como nada que haviam feito antes, dois dos anões morreram em combate, um desapareceu para nunca mais ser visto. O própria Maybin escapou, e Bill jamais esqueceria a dor de perder seus companheiros. Gudart, o anão sobrevivente, voltou para sua terra natal. Bill voltou para a capital e foi quando conheceu o meio-orc (não lembro o nome dele). A criatura já estava no ramo de aventuras a mais tempo, e indicou Bill a algum de seus contatos.
Em sua aventura seguinte, Bill escoltava mercadores quando encontrou um grupo de kobolds massacrados. Entre eles estava um kobold jovem, mais esperto que kobolds normais ele sabia o idioma comum.
Bill viu no kobold um pouco de seu ‘eu’ mais jovem e o convidou para se juntar ao bando. Deu à criaturinha o nome de Harry, e passaram a se aventurar juntos desde então.
Um ano se aventurando, mas Bill estava com constantes problemas financeiro e estava disposto a saltar em empreitadas mais ousadas.
Quando Elaydren d’Cannith apareceu oferecendo uma recompensa para encontrar um objeto misterioso, Bill não hesitou em aceitar. 1000 PO era mais do que jamais havia ganho, seu entusiasmo era tanto que mal prestou atenção às instruções. Tratou de reunir um grupo confiável e partiu para a tal válvula 213.
Superaram desafios mortais mas recuperaram um disco de adamantium que parecia ser o que a misteriosa senhora procurava. Lá também encontraram um mapa, que estavam certos que levaria a tesouros ainda mais incríveis.

Billy

The last saga rmepereira felipe_a_lemos